O Significado dos Presentes do meu Amigo das Estrelas

Na publicação anterior, eu falei sobre como recebi alguns presentes de um amigo das estrelas. Caso você não tenha visto, recomendo que leia para entender o contexto das informações que seguem. Aqui está o link do texto.

Na época eu tinha uns 14 anos e embora eu já tivesse algum conhecimento acerca da metafísica, espiritualidade e afins, pois já participava como membro da Ordem Rosacruz, lia muito sobre esses temas e frequentava assiduamente grupos de estudo, além de ter participado de cursos sobre meditação, bioenergia, projeção da consciência, dentre outros.

Mas mal sabia eu que os presentes que me foram dados naquela ocasião, iriam definir o trabalho que eu realizaria anos mais tarde.

A Lâmpada

Encontrar a simbologia da Lâmpada não foi difícil, pois algum tempo depois que tive esta “projeção”, tomei contato com as publicações da Editora Ponte para a Liberdade, que foi a responsável pela publicação dos livros que disseminaram os ensinamentos da Grande Fraternidade Branca no Brasil.

Embora eu nunca tivesse sido um estudante ávido pelos ensinamentos da Grande Fraternidade Branca, pois sempre tive dificuldade em me afeiçoar às “personificações” dos ditos Mestres Ascencionados, (assunto também para outra publicação) eu acabei tomando contanto com sua obra.

Se você é um estudante da espiritualidade ou tem algum conhecimento sobre o tema, certamente irei chover no molhado, mas naquela época eu aprendi que, de acordo com os ensinamentos da Grande Fraternidade Branca, existem sete grandes Raios, que seriam como que expressões da divindade, cada um com características especiais e distintas. Cada um destes raios é “regido” por um determinado Avatar ou Mestre Ascencionado, bem como por um Arcanjo e um Elohim, etc.

Até aí tudo bem, mas meu espanto foi maior quando, durante meus estudos (lá nos idos de 1990) e leitura imersiva na obra da Grande Fraternidade Branca, aprendi que um dos raios, especificamente o quinto raio, possui como símbolo a Lâmpada de Creta.

Cura e Verdade

De acordo com o livro Haja Luz, uma das principais publicações da Ponte para a Liberdade, que apresenta de forma bem detalhada os Raios e suas características, o quinto raio, representada pela cor Verde, possui como símbolo a Lâmpada de Creta (parecida com a Lâmpada do Gênio, dos contos do Alladim). A característica que define este raio, dentre outros, é o Amor à verdade e a Cura. O avatar regente deste raio é o Mestre Hilarion.

Algumas representações artísticas deste mestre e seu respectivo raio, encontradas na internet:

Imagens: Internet

A estrela

Já a estrela eu levei mais tempo para “cair a ficha”. Somente anos mais tarde, em virtude da minha participação no grupo de meditações da Apometria Quântica, que é um trabalho realizado pela Carina Greco.

Durante uma das meditações, foi projetada na minha tela mental a imagem do símbolo do Comando Santa Esmeralda e no mesmo momento veio-me à mente a lembrança da Estrela recebida pelo meu amigo das estrelas, muito semelhante ao símbolo da Santa Esmeralda, de acordo com uma representação feita pela Carina Greco.

Perceba as semelhanças:

 
Santa Esmeralda: por Carina Greco | Estrela Dourada: Luciano Debastiani

De acordo com informações que recebemos, não só em especial durante os encontros da Apometria Quântica, mas também de fontes disponíveis em diversos sites esotéricos, O Comando Santa Esmeralda ou federação Santa Esmeralda atua dentro do projeto de resgate crístico da Terra entrelaçando-se na teia multidimensional, manifestando-se de diferentes formas, de acordo com sua função e proposta. A base do trabalho realizado por esta fraternidade cósmica é voltada para a cura emocional, psíquica e física de toda forma de vida de maneira que tenhamos condições para burilar e transmutar toda nossa carga carmica e negativa.

Em minhas pesquisas, pude constatar que a Santa Esmeralda é representada… adivinhem? Pela Chama Verde, da Cura e da Verdade e sua “direção”, digamos assim, é feita por quem? Adivinhem? Sim… Mestre Hilarion!

Concluindo

Hoje eu me dedico quase que exclusivamente à área Holística, ministrando cursos ligados ao Desenvolvimento Humano, repassando ferramentas que acredito contribuírem com o despertar da consciência, da espiritualidade das pessoas e consequentemente auxiliando-as neste viver terreno.

Estes presentes que ganhei nos idos dos meus 14 anos, tanto a lâmpada quanto a estrela, simbolizam este direcionamento e o trabalho que realizo hoje. Em síntese, a Cura em seu sentido mais amplo, e a busca da Verdade!

Confesso a vocês que, devido ao meu direcionamento quase cético; afinal, sou um eterno buscador da verdade; tenho reservas em me entregar a certos ensinamentos, mas a pesquisa do significado dos símbolos, que recebi do meu amigo estelar, mesmo que obtidos de fontes esotéricas, me trouxe algumas respostas bem instigantes.

E essa estória faz parte da minha história, e eu a compartilho com vocês por puro prazer.

Meu fraterno abraço,

Luciano Debastiani

Quando um Sonho não é bem um Sonho…

Sabe aqueles sonhos que são tão, mas tão reais que nem parecem sonhos, mas sim projeções da nossa consciência?

Então… quando eu tinha uns 14 ou 15 anos, tive uma dessas projeções cuja experiência foi tão impactante que até hoje marca minhas lembranças. Por anos eu tentei buscar o significado dos símbolos que recebi durante esta experiência que agora me permito compartilhar com vocês.

Na ocasião, em algo que só posso descrever como “meio sonho, meio realidade”, estava eu andando pelas estradas de chão, no sítio que pertence à família por parte da minha mãe, no interior de Farroupilha/RS, que fica num distrito chamado Linha Ely.

Quando pequeno e por grande parte da adolescência, lá íamos todo fim de semana visitar a vó, rever os tios, tias e primos. Ouvir as estórias que a vó Luiza nos contava, subir nas árvores para comer bergamota e inventar inúmeras aventuras sob os parreirais que meu tio cuidava e ainda cuida com tanto amor e dedicação. Pra mim este lugar sempre foi e ainda é muito mágico e especial.

O Sonho que não era bem um sonho

Mas voltando à minha “projeção”… estava eu, de bobeira em uma das estradas lá no sítio, final de tarde, o sol se pondo no horizonte, ladeado pelos enormes ciprestes que adornam a entrada do sítio, quando fui envolvido por uma paz interior e ao mesmo tempo uma cápsula cilíndrica; com as bordas superior e inferior ressaltadas e pequenas janelas na altura dos olhos; desceu do céu e me envolveu, me projetando em seguida para o espaço.

Este foi o exato local em que começou minha experiência

Durante algum tempo contemplei a viagem pelo espaço até visualizar uma enorme nave no formato de um funil invertido, como se fosse uma enorme pirâmide, mas no formato de um cone. Percebi que o topo não era pontiagudo, mas achatado, quando um compartimento se abriu na parte superior da “nave” dando passagem ao cilíndro que me levava.

No Interior da Nave

Por um instante apaguei e assim que recobrei os sentidos, vi-me sentado à frente de uma mesa oval que aparentemente flutuava sem pernas ou apoios, à minha frente.

Estando sentado, virei-me para contemplar o local onde estava, que era enorme, clean e totalmente vazio. Um enorme salão com as paredes côncavas e meio abauladas, como se estivesse dentro de um balão, mas com o chão e teto planos. Pequenas janelas na parte superior das paredes deste salão davam a visão para o que parecia ser a parte externa da nave. Até tentei procurar uma imagem na internet que ilustrasse a visão interna desta nave, mas não encontrei nada parecido.

O Contato com o Ser Alienígena

Ao me voltar para a frente, deparei-me com um Ser sentado do outro lado da mesa oval. Ele estava sentado meio de lado, com o seu braço esquerdo apoiado sobre a mesa e o braço direito apoiado sobre suas pernas, abaixo da mesa.

Sua cabeça estava coberta pelo que parecia ser um capacete, que só posso descrever como uma bola achatada, com pequenas janelas na altura dos olhos, o que não me permitiu vislumbrar o seu semblante. A Sensação não foi de medo ou apreensão, muito pelo contrário, parecia que estava diante de algo ou alguém familiar. Embora não pudesse olhar para sua face ou para seus olhos, emanava um certo ar de compassividade e amizade.

Sabe quando você consegue ficar tão à vontade diante de alguém que recém conheceu, como se o conhecesse a muitos anos? Essa era a sensação que tinha diante deste Ser que hora se apresentava à minha frente.

Tentei reproduzir o “capacete” deste ser.

Perdoem-me pela singeleza do desenho, mas não sou bom em reproduzir formas tridimensionais.

Ao desenhar esta imagem, ocorreu-me que o interior do salão em que estávamos, parece ser como o interior deste capacete… mas isso é uma viagem da minha parte.

Tá, eu sei que toda essa estória é uma viagem, mas vamos lá…

A comunicação com este Ser era telepática, ou seja, nenhum som era reproduzido. Aliás, o interior deste salão era totalmente silencioso.

Os Presentes que recebi

A mão direita deste amigo estelar, que estava apoiada sobre sua perna, levou até a mesa uma pequena caixa, que foi empurrada na minha direção. Como diria Chapolin Colorado, todos os movimentos deste Ser eram friamente calculados. Não havia nenhuma gesticulação. Toda movimentação tinha uma finalidade. Acho que o único movimento, fora um leve balanço pendular e constante do seu corpo, foi ele ter aproximado de mim esta caixa.

Olhei por alguns instantes para esta caixa e em seguida fitei o Ser com um ar indagatório.

A resposta veio incisiva na minha mente:

Abra!

Abri a caixa e ao olhar para o seu interior, me deparei com objetos pessoais que carregava no momento em que o cilindro me levou para o espaço: um molho de chaves, minha carteira e um relógio de pulso.

A orientação veio clara como a luz de uma vela:

Pegue!

Segui sua orientação e guardei as chaves, a carteira e recoloquei o relógio no pulso.

Mas ao guardar meus objetos pessoais, vi que no fundo da caixa tinha outros dois objetos que não me pertenciam. Olhei com curiosidade e logo em seguida fitei meu anfitrião manifestando um ar de dúvida.

Sua orientação veio clara novamente:

Pegue!

O primeiro objeto que peguei, era uma pequena lâmpada de creta. Todos conhecem como a lâmpada do gênio, famosa em virtude dos contos de Aladdim. Era pequena, dourada e no lugar da tampa havia um cristal.

imagem ilustrativa da Lâmpada de Creta

Ao pegar esta pequena lâmpada de creta, com um cristal no lugar da tampa, meu amigo estelar orientou-me a usá-la, como um pingente, na altura do peito.

Assimilei esta informação e olhei para o segundo pequeno objeto da caixa.

Como vocês já devem adivinhar, a orientação foi que eu pegasse este objeto também.

Ao pegá-lo, percebi que era uma pequena estrela dourada, com múltiplas pontas, também ostentando um cristal no seu centro.

Novamente, a orientação veio clara na minha mente:

Use alternando no seu ombro esquerdo e no ombro direito.

Representação da estrela recebida pelo Amigo das Estrelas

Ao receber estes “presentes” apaguei novamente e quando recobrei a consciência, lá estava eu na estrada em que fora inicialmente “abduzido”…

Ato contínuo, fui despertado na cama onde dormia e desde então esta experiência ficou martelando por anos em minhas lembranças. Embora só agora eu tenha compartilhado com vocês, de lá pra cá, o trabalho que venho realizando nos últimos 15 ou 20 anos, tem a ver com este momento da minha vida.

Há que se levar em consideração que na ocasião, eu tinha uns 14 ou 15 anos, e mal sabia eu que só mais tarde eu viria a compreender o significado dos símbolos que havia recebido.

Mas esta é uma estória a ser contada em outro momento.

Fiquem com meu fraterno abraço!

Luciano Debastiani

Reflexões sobre a Fonte Infinita Criadora [Vídeo]

Uma reflexão sobre a Fonte Infinita Criadora… excerto de um dos meus cursos

Nestes momentos em que paira sobre a humanidade em geral e sobre nossa Nação em especial uma esfera psíquica bastante densa, fruto de manipulações e armadilhas que estão dividindo cada vez mais as pessoas, refletir sobre a divindade traz um alento, uma luz.

 

As 8 Atitudes Negativas das Pessoas Cronicamente Infelizes

“A mente não deve ser modificada pelo tempo e pelo lugar. A mente é o seu próprio lugar, e dentro de si Pode fazer um inferno do céu, do céu um inferno.”

– John Milton, Paradise Lost

“Quase todos os sentimentos dolorosos se originam de uma forma incorreta de ver a realidade. Quando você arrancar essas visões errôneas, o sofrimento cessa.

– O Buda, por Thich Nhat Hanh

Todos nós experimentamos pensamentos negativos ao longo do tempo. A maneira como gerimos as nossas atitudes negativas podem fazer a diferença entre a confiança contra o medo, a esperança contra o desespero, domínio versus vitimização, e a vitória contra a derrota.

Diversos estudos tem revelado como atitudes cronicamente negativas podem afetar nossa saúde, felicidade e bem estar. Abaixo estão oito pensamentos negativos comuns de pessoas infelizes, extraídas do livro “”How to Let Go of Negative Thoughts and Emotions ” de Preston Ni.

1 Narrativa Auto Destrutiva

Narrativas auto destrutivas são mensagens que enviamos para nós mesmos, e que reduzem nossa confiança, diminui nossa performance, nosso potencial e, finalmente, sabotam o nosso sucesso.

Narrativas auto destrutivas comuns incluem frases que se iniciam da seguinte forma:

“Eu não posso…”

“Eu não sou bom o suficiente…”

“Eu não me sinto confiante…”

“Eu não tenho o que é preciso…”

“Eu vou falhar…”

Você gostaria que um amigo lhe dissesse repetidas vezes que “não se pode ter sucesso”, “você não é bom o suficiente”, “você não tem confiança”, “você não tem o que é preciso”, ou “você vai falhar”? Você consideraria essa pessoa um verdadeiro amigo? Se não, porque você iria querer falar ou pensar desta maneira sobre si mesmo? Engajar-se, de forma habitual, em uma conversa auto destrutiva é como ter um falso amigo, que coloca você pra baixo durante todo o dia. Você se torna o seu pior inimigo e detrator.

2. Suposições Negativas

A forma predominante de pensamento negativo é fazer um balanço de uma situação ou de uma interação e ver somente o seu lado negativo. Para muitas pessoas, essa atitude de “olhar para o copo meio vazio” é habitual e automático. Pode-se olhar para uma rodovia lotada, um dia chuvoso, ou simplesmente pagar as contas como experiências automaticamente negativas.

É claro que não há nada de intrinsicamente positivo ou negativo sobre o tráfego, tempo ou pagamento de contas. Como diz o ditado: “é o que é”. É a maneira que você escolhe para se relacionar com as circunstâncias que tornam a experiência negativa ou positiva. Esta escolha pode imediatamente fazer você mais forte ou mais fraco, mais feliz ou mais sombrio, com poderes ou vitimizados.

Dadas as mesmas situações, pode-se olhar para uma rodovia lotada e quase parada, como uma chance de ouvir música relaxante ou praticar a respiração consciente. Um dia chuvoso como uma oportunidade para se enrolar em casa com um chocolate quente e um bom livro, ou o pagamento das contas como uma ótima oportunidade de praticar estratégias de “pague você primeiro” para a criação de riqueza. É tudo sobre como você escolhe para se relacionar com o momento.

3. Comparação Negativa com os Outros

Uma das maneira mais fáceis e comuns de se sentir mal sobre si mesmo é se comparar desfavoravelmente com os outros. Podemos ser tentados a nos comparar com aqueles que têm mais realizações, parecem mais atraentes, os que ganham mais dinheiro ou que se orgulham de ter mais amigos no Facebook.

Quando você se encontra desejando ter o que alguém tem, sente ciúmes, inferior ou inadequado, como resultado, você está tendo um momento negativo de comparação social.

Pesquisas indicam que as comparações sociais negativas habituais, podem levar uma pessoa a experimentar um maior estresse, ansiedade, depressão e fazer escolhas autodestrutivas.

4. Ficar Ruminando as coisas negativas do passado

Devemos aprender com o passado, mas não ficar preso a ele. Às vezes, as circunstâncias da vida e contratempos pessoais podem nos assombrar e impedir de ver o nosso verdadeiro potencial ou até mesmo de reconhecer novas oportunidades. Não temos o poder de mudar o que já aconteceu, mas o que ainda está para acontecer, nós podemos moldar. Às vezes, o primeiro passo é simplesmente quebrar com o passado e declarar que é você quem está no comando, e não a sua história. Goethe nos lembra: “Nada vale mais do que o dia de hoje”. Não se debruce sobre o passado. Faça escolhas melhores hoje e siga em frente.

“Abraham Lincoln perdeu oito eleições, falhou duas vezes no negócio e sofreu um colapso nervoso antes de se tornar o presidente dos Estados Unidos”

– Wall Street Journal

5. Crenças Incapacitantes sobre pessoas difíceis.

A maioria de nós já cruzou com pessoas difíceis em nossas vidas. Em face de tais indivíduos desafiadores, somos tentados a acreditar que eles são os autores e nós somos as vítimas, ou que eles detêm o poder com o seu comportamento desafiador. Tais atitudes, mesmo que justificadas, são reativas e portanto nos enfraquecem.

A chave para mudar essas crenças incapacitantes quando estamos diante de pessoas difíceis, é deixar de sermos reativos e passarmos a ser proativos. Se você está lidando com um narcisista, um passivo-agressivo, um manipulador, ou um opressor intimidante e controlador, há muitas habilidades e estratégias que você pode utilizar para ficar em cima da situação. Para saber mais sobre este assunto, sugerimos as leituras “How to Communicate Effectively and Handle Difficult People ,” “How to Successfully Handle Narcissists ,” e “How to Successfully Handle Passive-Aggressive People .”

6. O Desejo de Culpa

Culpa se refere à responsabilidade dada à pessoa por um ato que provocou prejuízo material, moral ou espiritual a si mesma ou a outrem. [http://pt.wikipedia.org/wiki/Culpa].

Algumas pessoas colocam a culpa em pais disfuncionais, relacionamentos negativos, desvantagens sócio-econômica, os desafios da saúde, ou outras dificuldades da vida como a razão para a sua infelicidade e falta de sucesso.

Embora seja verdade que a vida apresenta muitas dificuldades, e é inegável a dor e o sofrimento que muitas vezes essas dificuldades nos causam — colocar a culpa nos outros como a razão para nossa infelicidade.

Há vantagens ilusórias na vitimização. Apontar o dedo fornece uma justificativa conveniente para as condições insatisfatórias da vida e assim abrimos mão do trabalho necessário para assumirmos as rédeas da nossa própria vida e bem estar. No entanto, ao longo do tempo culpando os outros por nossa perpétua amargura, ressentimento e impotência, como vítimas sofremos do que HD Thoreau chama de “desespero silencioso”.

Muitas vezes, aqueles que são o alvo de sua culpa têm pouca ideia (ou nem se importa) a respeito do que você realmente sente. Você só se machuca por ser um prisioneiro da sua própria amargura e ressentimento. Seus sentimentos podem ser justificados, mas eles não irão ajudá-lo a se tornar mais feliz, saudável ou bem sucedido. Em última análise, não é isso que você realmente quer?

“Quando culpamos, abrimos mão do nosso poder.”

– Greg Anderson

7. A Luta para se Perdoar

Todos nós cometemos erros na vida. Quando você olha para trás talvez houvessem decisões e ações que você se arrependa. Pode ter havido erros infelizes. Você pode ter causado mal a si mesmou ou a outras pessoas.

Como você se lembra destes últimos acontecimentos, pode haver uma sensação de acompanhamento de auto-culpa a respeito dos erros cometidos, dano causado, ou oportunidades perdidas. Você pode pensar em si mesmo como “mau” ou “perdedor” e assim permanece chafurdando na auto culpa. Durante esses momentos, é extremamente importante ser compassivo com você mesmo, sabendo que agora que você está mais consciente, tem a chance de evitar a repetição dos erros do passado, e para fazer uma diferença positiva consigo mesmo e com os outros.

“Perdoe-se. Todo mundo comete erros — e os erros não são afirmações permanentes sobre você como pessoa. Eles são momentos isolados no tempo. Diga a si mesmo: “Eu cometi um erro, ms isso não faz de mim uma pessoa má”.”

– Mayo Clinic

8. Medo de Fracassar e cometer erros

O medo do fracasso e de cometer erros são frequentemente associados com o perfeccionismo (pelo menos em certas áreas da vida). Você pode pensar que você não é bom o suficiente, de certa forma, colocando assum uma pressão enorme sobre si mesmo para ter sucesso.

Enquanto estabelece padrões elevados para servir como uma ferramenta de motivação eficaz, espera o momento perfeito para usufruir da alegria da vida e pode assim limitar o seu maior potencial para o sucesso. Diversos estudos correlacionam o perfeccionismo com a infelicidade. Por mais que tentemos, não é simplesmente humano ser perfeito, e certamente não o tempo todo.

“Dado o desejo de ser valorizado e apreciado, é tentador parecer ser perfeito, mas os custos de tais enganos são altos… Como você pode gostar de si mesmo quando você não deixa de medir até o jeito que você deveria ser?”

– R. Adler e R. Proctor II

[psychologytoday.com]